Nem toda criança que sofre consegue dizer que está sofrendo.
Ansiedade, depressão e TOC na infância quase nunca chegam com essas palavras. Chegam como dor de barriga, birra, insônia ou uma criança que mudou.


Pesquisa em psiquiatria infantil, aplicada com escuta
A Dra. Amanda pesquisa saúde mental infantil no IDOR e atende com a mesma régua que usa na pesquisa: evidência, critério e tempo. Antes disso, escuta.
- Médica formada pela UNEB
- Residente em Pediatria no Hospital São Rafael
- Pesquisadora em Psiquiatria Infantil no IDOR (Rede D'Or)
- Certificação pela Harvard Medical School
- CRM BA 37459
“Criança não escolhe sofrer para chamar atenção. Ela chama atenção porque está sofrendo.”
O que a sua consulta de saúde mental inclui
Uma avaliação inteira, sem pressa
O encontro é dedicado só ao seu filho. Sem corre, sem 15 minutos de convênio.
Um plano por escrito, feito para o seu filho
Você sai do encontro com orientações, condutas e próximos passos organizados em um documento.
Receita digital com assinatura eletrônica
Válida em todo o Brasil, aceita em farmácias e instituições.
30 dias de acompanhamento no WhatsApp
Canal de dúvidas por texto, áudio ou videochamada depois da consulta. Você não fica sozinha.
Encaminhamentos coordenados quando necessário
Fono, TO, psicologia e outros profissionais, articulados de forma integrada.
Escalas validadas de ansiedade e humor (GAD-7, MFQ, PHQ)
Instrumentos científicos para medir o que a conversa sozinha não mede.
Orientação prática para a família e para a escola
O que fazer na crise, o que evitar no dia a dia e como pedir apoio no ambiente escolar.
Tem dúvidas sobre a avaliação ou quer dar o primeiro passo?
Como funciona a avaliação de saúde mental
Criança não conta o que sente nos primeiros quinze minutos. O tempo faz parte do método.
Passo 1
Escuta da família
História completa: quando mudou, o que já tentaram, como está o sono, a escola e a casa.
Passo 2
Espaço para a criança
Um tempo em que ela pode falar por ela mesma, no ritmo dela, sem ser interrompida ou corrigida.
Passo 3
Escalas e integração
Aplicação de instrumentos validados e leitura conjunta com relatórios de escola e de outros profissionais.
Passo 4
Devolutiva e plano
Conversa franca sobre os achados e um plano de conduta escrito, com os próximos passos organizados.
Por que uma avaliação de saúde mental importa
Sofrimento que não é nomeado costuma ser tratado como comportamento. E aí a criança é corrigida, não cuidada.
O sintoma raramente é o que aparece
Ansiedade infantil se disfarça de dor de barriga, recusa escolar e explosão. O primeiro passo é ler o que está por baixo.
Diferenciar fase de sinal
Nem toda tristeza é depressão e nem toda mania é TOC. O que importa é intensidade, persistência e prejuízo no dia a dia.
Escalas validadas, não impressão
A avaliação usa instrumentos científicos reconhecidos, e não só a percepção de quem observa.
A família entra no cuidado
Pais recebem orientação prática. Em saúde mental infantil, tratar a criança sem apoiar a casa não sustenta.
Olhar para o conjunto
Ansiedade, TDAH e TEA frequentemente coexistem. Avaliar um sem enxergar o resto leva a conduta incompleta.
Sem rótulo e sem pressa
O objetivo não é etiquetar a criança, é entender o que ela está vivendo e o que ajuda de verdade.
Perguntas frequentes
Pode, sim. Ansiedade e depressão existem na infância e na adolescência, e costumam se manifestar de forma diferente do adulto: irritabilidade, queixas físicas, recusa escolar e mudança no sono ou no apetite.
Você não fica sozinha depois.
Você não precisa esperar piorar para procurar ajuda
Se algo no seu filho mudou e você não sabe nomear o quê, isso já é motivo suficiente para conversar. A secretária da Dra. Amanda fala com você, sem compromisso.
Tempo dedicado só ao seu filho, com plano por escrito ao final.
Salvador e telemedicina para todo o Brasil

